Terça-feira, 26 de Setembro de 2006

LARES AMERICANOS TÊM MAIS TELEVISÕES QUE PESSOAS

A média dos lares americanos têm, actualmente, mais televisores do que pessoas.
Uma análise da Nielsen Media Research elaborada a dados recolhidos nos últimos dois anos - citado pela Agência Associated Press - conclui que numa casa típica existem 2,73 TVs e 2,55 pessoas.

Por cá a situação não deve diferir muito. A queda dos preços dos aparelhos e o aumento da dependência televisiva torna normal a existência de um televisor por compartimento.

Já não há um compartimento com um espaço para ir assistir aos programas de televisão. Ela integra a família. E acompanha todos os seus elementos em permanência.
Está na cozinha, enquanto se preparam as refeições. Na sala de jantar, enquanto se come. No quarto da criança, para a entreter ou acompanhar no sono. No quarto dos adultos, para entreter, antes de dormir... ou para dormir!!
E até já não escapam a algumas casas de banho.
A televisão é ubíqua e exigente.
É a ladra do tempo e criada infiel de que fala Karl Popper.

É banal chegar a casa e ligar, imediatamente, o televisor. Alguns até sonharão que o aparelho se ligue logo que a chave é intorduzida na fechadura.

Segundo os dados da Nielsen, nos Estados Unidos um televisor está ligado mais de um terço do dia 8h14m.
O espectador médio está agarrado ao televisor 4h35m por dia.
publicado por Dani às 12:21
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Segunda-feira, 25 de Setembro de 2006

PREOCUPAÇÃO EM PÚBLICO

O "PÚBLICO" vai sofrer uma reestruturação.
Já sabemos o que isso significa - redução de pessoal!
Só espero que não matem um belo projecto de jornalismo.
E desejo que todos saibam reiventar o jornal.
Não há metadona que cure os Público-dependentes!
publicado por Dani às 15:48
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18 MESES DE PRISÃO PARA JORNALISTAS DOS EUA

É mais uma prova da irracionalidade da Justiça e da firmeza dos jornalistas.
Desta vez foi nos Estados Unidos.
Um juiz condenou dois jornalistas do San Francisco Chronicle por não terem revelado as fontes no caso de uma farmacêutica que fabricava esteróides usados por atletas de alta competição.
O juiz considerou que "nada está acima da lei".
A certeza que me resta, é que um tribunal superior ditará uma douta sentença que protegerá o direito sagrado do jornalismo (os jornalistas vão recorrer).
Esta notícia está no PÚBLICO, de 24 de Setembro, P. 54.

NOTA: no texto do PÚBLICO há duas grafias para JUIZ:

- Primeiro está escrito "juís", depois está escrito "juíz". Sem comentários!
publicado por Dani às 15:40
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VEIA LITERÁRIA NO MINISTÉRIO PÚBLICO

Estou cada vez mais convencido que os Magistrados do Ministério Público (MP) devem frequentar aulas de técnicas de literatura ficcional durante a formação. Só assim se explicam as fabulosas peças acusatórias que acabam numa mão cheia de nada. E, curioso, é o facto de algumas teses serem mesmo recusadas por outros colegas do MP. O caso do “Apito Dourado” tem sido pródigo nisso.

Mas vem isto a propósito do “Envelope 9”.
É talvez o processo mais vergonhoso a que tenha assistido.
E não é uma mera reacção corporativista. Mete-me asco que alguém tenha levado oito meses a concluir um processo que já estava viciado desde o início.
A partir do momento em que o jornal «24 Horas» foi tomado de assalto que se percebeu o caminho que levava o enredo. E de nada valeram as correcções ao texto, que extirparam a parte pornográfica que pretendia abrir computadores “furtados” da redacção e de casa de um jornalista.
O senhor que é – ainda é, mas por pouco – Procurador Geral desta República Portuguesa já tinha delineado o texto. Lembram-se daquelas histórias policiais de quinta categoria em que o culpado é o mordomo! Pois aqui, estava-se mesmo a ver: os culpados tinham de ser os jornalistas. Mais ninguém!
Por que demorou tanto tempo a revelar o que já tinha concluído?
E depois de ter sido declarada a incompetência e a ilegitimidade do MP nas buscas e na apreensão efectuada no «24 Horas», como é que o MP prossegue com o processo?
Há uma coisa que eu não compreendo: se no meio deste enredo uma parte interessada era o MP, como é que é o MP se investiga a si próprio?
É urgente arranjar correctores para as prosas do Ministério Público.
publicado por Dani às 15:06
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